Liberdade Ainda que à Tardinha

Em 2002, quando cursava Direção Teatral na Universidade Federal de Ouro Preto, tive a oportunidade de trabalhar como ator no curta-metragem Liberdade Ainda que à Tardinha, dirigido pelo artista mineiro Luiz Guimarães de Castro.

A narrativa do filme, escrita por esse artista, se passa na Ouro Preto de 1971. Trata da transformação na vida de um rapaz, Gilberto, que convive com as ideias libertárias do grupo de teatro estadunidense ‘Living Theatre’, cujos atores, dentre eles Julian Beck e Judith Malina, foram presos pelo regime militar. Após grande comoção mundial, em que  um abaixo-assinado foi feito em protesto à prisão dos artistas, que obteve assinaturas de John LennonMarlon Brando e Bob Dylan, o grupo foi extraditado pelo governo brasileiro.

Foi uma grande honra atuar ao lado de Carla Marins, Danton Mello,
Roberto Bomtempo, Rodrigo Penna, Jokayne  Idelfonso, Gilberto Miranda, Maria Gladys e Lina Bianchini. É claro que não posso esquecer os meus amigos e colegas do curso de Artes Cênicas: Geuder Martins, Kátia Katita, Flaviano Silva, Ricardo Carvalho, Pollyana Lott, Jaqueline Dutra, Carlos Gontijo (o Montanha), ‎Bárbara Mello, Fabiola Buzim, Luciene Nogueira, Charles Gouvea, Joilson Santos, Marcelino Xibil Ramos, Waltair Júnior, Zuza, Luciana Curtiss, etc.

Vejam o filme na íntegra: 

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2 comentários em “Liberdade Ainda que à Tardinha

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