Minha participação no evento Cine Sesc – Cine Debate, do SESC Rondônia, ocorrido no dia 13/08/2020, para prosear, juntamente com Júnior Lopes e Ivan Souza, sobre os processos criativos do filme/documentário “Rondônia: um estado de delícias culinárias”.

https://www.youtube.com/watch?v=rVsKfKiUW0I&t=32s

O barato que sai caro para a formação de público para a dança

“Espécie”, espetáculo de dança apresentado hoje no Teatro 1 do Sesc Esplanada, em Porto Velho, pelo Palco Giratório 2016, pouco acrescenta para o espectador em termos estéticos. Trabalho escuro (muito escuro!), com jogo pautado no clichê e estereótipo, equivoca-se em vários sentidos: na iluminação, na coreografia, na direção e também na dramaturgia. É uma pena sair de um belíssimo espetáculo de circo, “Circo do Só Eu”, do Barracão Teatro, e ver a alegria ir embora nessa infeliz montagem.

-“Ah, mas o bailarino é tão bonito e imita (mimesis) tão bem um gorila!”, podem dizer. Mas só isso não basta. Não queiram ludibriar os espectadores com golpes baixos. A plateia não é ingênua!

Enfim, trata-se do barato (trazer arte para Rondônia não é coisa simples) que sai caro: a expulsão eterna dos espectadores dos palcos da dança.

Um alento dos espetáculos de dança até agora apresentados é o magistral “A Projetista”, de Dudude Herrmann.

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